Mulher Sonambula do Paraná invadia casa e abusava de homens enquanto eles dormiam a noite ??

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Já ouvimos falar que o Paraná é a Russia Brasileira, devido as inúmeras situações bizarra que acontece no estado.  Dessa vez Um boato estranho surgiu nos grupos de Whatsapp e já começa a inundar também o facebook.  É um relato de uma mulher sonambula que teria sido acusada de estuprar alguns homens que estavam dormindo em suas casas.

Conta o boato, que após invadir a propriedade a noite a acusada teria abusado sexualmente dos homens sem dar chance de defesa, visto que ao serem surpreendidos pela moça que mesmo sonambula os imobilizava com golpes de luta livre, ela cometia o abuso.  A noticia acima do abuso é um boato,  apesar de ser apenas uma brincadeira, Veja essa historia real que aconteceu nos EUA. Leia abaixo

Mulher foi presa e admitiu estupro de homem enquanto ele dormia.

Na ocasião ela afirmou não conhecer o homem e não se lembrar do que aconteceu naquela noite , Chantae Marie Gilman, de 28 anos , mãe de três filhos, que diz sofrer de transtorno bipolar e psicose, subiu na cama da vítima enquanto ele dormia.

O homem contou a polícia que acordou por volta das 2 horas da manhã e encontrou a mulher, que pesa aproximadamente 100 quilos, tendo relação sexual com ele enquanto segurava suas mãos sobre sua cabeça.

Após muitas tentativas, ele conseguiu expulsar Chantae de sua casa e procurou a polícia para relatar o ocorrido. Os oficiais confirmaram a acusação de estupro depois que o DNA da acusada foi encontrado na vítima.

O detetive Drew Fowler, de Seattle, disse em entrevista ao Komo News: “Do ponto de vista estatístico, um agressor do sexo feminino é atípico. Mas nós vamos trabalhar para assegurar que todas as pessoas sejam responsáveis por suas ações. A lei é válida para todos os gêneros e nós iremos cobrar qualquer pessoa que cometa esse crime”.

O caso aconteceu em junho de 2014. Este ano, Chantae Gilman foi declarada culpada e será sentenciada no dia 19 de junho. Seu acordo judicial exige que ela cumpra dois anos de liberdade condicional, após libertação da prisão preventiva

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