O drama dos macacos filhotes, escravizados até a morte e forçados a colher até mil cocos por dia

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Um trabalho liderado por uma ONG encontrou macacos sendo escravizados em fazendas produtoras de cocos na Tailãndia.

Graças a uma investigação comandada pela ONG ambientalista People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), uma escravização de macacos foi descoberta na região sul da Tailândia. O local é um dos maiores produtores globais de leite de coco, e em diversas fazendas os animais são escravizados até a morte, sendo forçados ao ofício da colheita dos frutos e à realização de truques para o entretenimento de turistas.

A ONG encontrou ao menos 13 fazendas produtoras de coco e seus derivados onde a mão de obra decorrente da escravização dos macacos é utilizada. Um dos casos mais emblemáticos é o do pequeno Kulap, um filhote de macaco retirado de sua família, passando toda a sua vida como escravo.

Acorrentado pelo pescoço, o frágil animal apresenta um olhar de pânico e medo. Na região, o tráfico de macacos é comum, havendo até mesmo escolas onde os animais são treinados para a realização de atividades laborais, como a coleta dos cocos.

Os macacos escravizados são os do tipo cauda de porco. Treinados a escalar com grande agilidade os altos coqueiros, chegam a colher até mil unidades do fruto por dia. Das fazendas tailandesas, o alimento e seus derivados são exportados para os quatro cantos do planeta.

Não bastasse a escravização com a colheita dos frutos, os macacos também são forçados a aprender a andar de bicicleta, atirar em cestas de basquete, fazer abdominais, praticar poses de ioga, levantar pesos, além de vários outros truques humilhantes, ao estilo circense. O objetivo é entreter os turistas que visitam a região, para que eles possam dar dinheiro aos donos dos animais pelas apresentações.

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