Governo antecipa 13º, reforça Bolsa Família e dá 3 meses para depósito de FGTS

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Dinheiro é o que nos move, e dessa o nosso 13° vai ser adiantado para felicidade de muitos e tristeza de outros, o beneficio vai ser adiantado Por conta disso e para reduzir os efeitos econômicos da pandemia, o Ministério da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta segunda-feira (15) novas medidas, com injeção de R$ 147,3 bilhões para socorrer grupos vulneráveis.

O dinheiro será investido em medidas emergenciais para evitar o desemprego e suprir as necessidades nesse primeiro momento beneficiando à população mais pobre e pessoas mais idosas.

Contra pandemia, governo vai distribuir R$ 200 para informais

Como parte do plano de combate ao novo coronavírus, o governo anunciou nesta quarta-feira (18) que vai conceder vouchers para repassar dinheiro à parcela da população que não tem trabalho formal e não recebe recursos de programas como Bolsa Família e BPC (Benefício de Prestação Continuada).

O ministro Paulo Guedes (Economia) anunciou a medida em entrevista no Palácio do Planalto. Segundo ele, outra ação do governo será pagar parte dos salários de trabalhadores de micro e pequenas empresas que se comprometerem a não demitir funcionários.

De acordo com Guedes, a medida será assinada nesta quarta pelo presidente Jair Bolsonaro e permitirá a cada beneficiado receber cerca de R$ 200 mensais por um período de três meses.
“Preocupação do presidente é o mercado informal, são 38 milhões de brasileiros que estão nas praias vendendo mate, vendendo cocada na rua, são os flanelinhas”, afirmou.  

O impacto aos cofres federais será de R$ 15 bilhões. Para permitir a ampliação dos gastos do governo em ações desse tipo, Bolsonaro pediu ao Congresso que seja decretado estado de calamidade pública. A proposta, que libera o governo de cumprir a meta fiscal deste ano, ainda precisa ser votada pelo Legislativo.
Guedes afirmou que a decretação da calamidade evitará que o governo bloqueie quase R$ 40 bilhões de reais em verbas de ministérios.  

“A calamidade pública foi a melhor resposta técnica para evitar o contingenciamento, que seria dramático”, disse.
Deve ficar sob responsabilidade da Caixa e do INSS o pagamento dos vouchers aos selecionados para o programa. A intenção é de que haja pagamento direto em contas, sem necessidade de visita a agências.
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