Empresas poderão cortar pela metade o salário dos trabalhadores

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A equipe econômica de Bolsonaro pretende enviar ao Congresso um pacote de medidas que visam evitar demissões por conta da queda na atividade econômica no país.

Uma das medidas mais notórias do pacote é a autorização para que empresas cortem em 50% jornada de trabalho e salários dos trabalhadores, em uma tentativa de reduzir os efeitos da crise gerada pela pandemia do coronavírus.

De acordo com o governo, a medida não irá alterar a CLT, mas sim flexibilizá-la. Para o presidente e sua equipe, essa seria uma medida temporária e Valéria apenas durante a crise do Covid-19.

De acordo com o Ministério da Economia, as empresas deverão continuar pagando pelo menos o salário mínimo. Também não será permitida a redução do salário hora do trabalhador.

A equipe do governo propôs também uma facilitação para o teletrabalho, antecipação de férias individuais, decretação de férias coletivas, banco de horas, antecipação de feriados religiosos e o adiamento do recolhimento do FGTS durante o estado de emergência.

Já para os trabalhadores informais, o governo pretende distribuir vouchers pelo período de três meses como forma de proteção aos autônomos, as pessoas sem assistência social e a população que desistiu de procurar emprego.

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