Ana Paula Valadão perde a paciência e escorraça Edir Macedo e Silas Malafaia em protesto: “Tá com medo de quê?” de perder a arrecadação financeira?

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Nesta quarta-feira (dia 18), a cantora e pastora Ana Paula Valadão utilizou as redes sociais para se posicionar contra líderes religiosos que optaram por deixar os templos abertos aos fiéis mesmo com os riscos de contaminação por coronavírus.

A artista afirmou que não quer promover o pânico dos seguidores mas, que as pessoas devem tentar ser sensatas neste momento de crise. “Denúncia! Não sou profeta do caos, mas sou uma voz pela sensatez. Cuidado com a religiosidade que está ameaçando o bom senso”, escreveu Ana Paula Valadão em uma postagem.

No registro, Ana Paula criticou os fiéis que continuam indo a cultos. “Nós temos uma responsabilidade para com as pessoas que nos ouvem. Se estão dizendo que você deve ir à cada de Deus porque lá é o lugar do socorro de Deus, se não estão cancelando as reuniões, os ajuntamentos, não siga as instruções desses líderes.

Nós somos chamados a uma fé racional, uma fé sensata“, afirmou a evangélica. A cantora contou também que teme os religiosos se tornem sinônimo de contaminação e perguntou o motivo pelo qual as igrejas não podem fechar. “Meu temor é que os crentes sejam os propagadores desse vírus. Por que será que esses líderes não estão querendo cancelar [as reuniões]? Todo mundo vai sofrer com a recessão econômica que está vindo. Estão com medo de perder o que, arrecadação financeira? Eu venho aqui denunciar isso e repreender de você, que é ovelha, esse jugo porque esse jugo não vem de Deus“.

Algumas igrejas como a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), liderada pelo pastor Silas Malafaia e a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), liderada pelo bispo Edir Macedo, já comunicaram aos seus membros que não pretender cancelar seus cultos. Através das redes sociais, Malafaia vem travando uma verdadeira batalha contra os críticos que insistem em apontar os problemas de segurança pública que podem ocorrer pelo não cancelamento dos cultos religiosos. Para o líder, “a igreja é o último reduto de fé e esperança quando todas as portas se fecham”.

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