Depois de pensar em tirar a própria vida, homem desiste após ser tocado por Deus em célula:”Minha alma vazia se encheu de alegria”

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Sabemos que a depressão, é uma doença muito complicada e acaba por ser fatal.

Antônio Callado Júnior, vive há 7 anos com depressão, ele sentia que as altas doses de antidepressivos, ansiolíticos e calmantes, deixaram de fazer qualquer efeito. Já no seu trabalho, onde era coordenador de um centro de especialidades a nível de saúde, os seus colegas entenderam que ele não estava muito bem, estaria com algum problema.

Ele que chegou a pensar meter termo á vida, relata. “A dor e o vazio, faziam com que eu pensa-se que o melhor mesmo seria a morte, aí resolvia todos os meus problemas, além de sempre tentar fazer uma vida normal, mas chegou ao ponto de se tornar difícil”. Em pouco mais de um mês, eu cheguei a perder mais de 15 kg. Já nem tinha mais coragem de me colocar frente ao espelho, vivia apenas para o trabalho, finaliza.

Antônio tinha um cargo de trabalho, que o fez em abrir de 2019 se deslocar a uma visita de uma das doutoras que estaria afastada por motivos de saúde. Quando chegou ao local, se apercebeu que ela estaria num estado de saúde bem avançada, ou seja seu estado era grave, mas mesmo assim ela mantinha uma aparência bem melhor da dele, e daí entendeu que tinha chegado o momento de desistir da vida.

Ele foi com uma colega de trabalho, visitar a colega doente, enquanto deixou ambas a conversar, se isolou e entrou na internet para procurar formas para tirar a sua própria vida, depois de ver a amiga naquele estado, entendeu que a vida não ia fazer qualquer sentido, a solução para tudo era apenas e simplesmente a morte, recorda. Quando sairão do hospital, Antônio acabou de receber um telefonema que abriu as portas para uma nova vida. A doutora quem haveria acabado de visitar, para sua surpresa lhe fez um convite para se deslocar a uma célula.

“Eu nunca ouvi falar em célula, nem tinha ideia que fosse, mas só pelo simples fato de ela ser evangélica, logo imaginei ser uma igreja com esse nome. Por respeito e educação eu aceitei o convite, embora já tinha decidido que quando terminasse a semana, minha vida acabaria”, conta. “Já quando desligou o telefone, falei para mim próprio:”Irei sim na igreja, mas caso nada mudei em mim, irei de lá mesmo para a praia, e fazer o meu último desejo.

Ainda nesse dia,uma das pessoas da célula, ligou para Antônio, dado todos os dados para endereço e horários e ainda incentivando a ele participar. Já no dia seguinte, mesmo indo na célula, ele já acordou fazendo a sua despedida mentalmente de tudo, onde seria seu último dia.

“Logo após de ter chegado no meu local de trabalho, arrumei minha mesa, documentos para assim facilitar a vida do meu substituto, que iria tomar meu lugar quando eu não estivesse mais aqui. Quando fiz a pausa para almoçar, aproveitei escrevi uma carta me despedindo dos meus pais e da minha filha”, relata.

Quando chegou o dia de ir ao encontro de Deus, ele conta que já estava contando as horas, para terminar todo o seu sofrimento. Então após ter chegado ao endereço, tocou no interfone duas vezes, mas ninguém teria o recebido.”Era tudo que eu desejava”, conta. “Quando eu já estava para vir embora, de costas viradas, um rapaz me surpreendeu e perguntou:”Você está indo para a célula?”Eu respondi”sim”.

De imediato ele abriu o portão para mim e eu já não tinha mais por onde correr. Então subi até ao apartamento, e quando se abriu a porta, eu vi diversas pessoas felizes, rindo, conversando, mas aquele lugar não era nada parecido com uma igreja”.

Depois que entrei ali, fiquei sem perceber o motivo, mas vi que aquelas pessoas eram donas de um brilho diferente”, observou. Enquanto eu estava aguardando a hora para terminar meu sofrimento, elas estavam ali felizes.

Antônio fechou os olhos, durante um momento de oração, e sentiu que existe vida atrás da presença de Deus.”Eu senti sobre mim, uma presença enorme, que a minha alma que já estava vazia, se encheu onde estavam as trevas, surgiu uma luz, onde estava a tristeza, surgiu a alegria. De imediato comecei a chorar, mas esse choro não era igual ao habitual, era bem diferente de todos que já tive.

“Quando chegou a noite, e eu me retirei daquele lugar, ao invés de ir tirar a minha vida, eu fui para casa dormir, como dorme um bebê. Foi desde dessa altura que eu não tomo mais qualquer medicamento para dormir”, celebrou radiante e feliz.

Já no domingo seguinte, ele entregou a sua vida a Jesus, através de um culto na Batista Atitude e após quatro meses, ele foi batizado.”Na altura eu ainda estava tomando antidepressivo, mas hoje, para a honra e glória de Deus, não uso mais qualquer medicamento”, testemunhou.

 

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