Com câncer, mãe e 4 filhos só têm macarrão instantâneo para comer

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A família é da comunidade São Sebastião, ilha que pertence ao município de Afuá, no Pará, mas a mulher teve a criança na maternidade Mãe Luzia, em Macapá.

A dona de casa Lucilene Brito, de 33 anos, diagnosticada com câncer no colo do
útero, diz estar desacreditada que continuará viva. Para piorar, ela vem
enfrentando uma série de diculdades para se alimentar e se manter com os
quatro lhos e o marido.

 

A dona de casa Lucilene Brito, de 33 anos, diagnosticada com câncer no colo do
útero, diz estar desacreditada que continuará viva. Para piorar, ela vem
enfrentando uma série de diculdades para se alimentar e se manter com os
quatro lhos e o marido.

 

Como os outros três filhos tinham cado com o pai, preocupada com eles, ela
voltou pra casa sem um diagnóstico preciso. Na época, um médico chegou a falar
para família que poderia se tratar de câncer, mas por falta de exames, não foi
possível conrmar. Com a saúde bem debilitada, ela retornou pra Macapá neste
mês de novembro para buscar tratamento.


Recentemente, o médico confirmou a doença, mas a família evita falar no
assunto na frente de Lucilene porque se ela ouvir começa a se desesperar. Ela
está fraca e passa o dia deitada sentindo muitas dores. Às vezes, chega até a
desmaiar. Quando a febre aumenta e a dor também, a família a leva ao hospital,
mas pouco se pode fazer.

 

Os filhos e o marido, Moisés Cabo Verde, de 27 anos, vieram juntos para a capital
amapaense e estão morando numa casa alugada, em uma área de ponte do
bairro São Lazaro, na zona norte de Macapá. Eles têm passado por muitas
necessidades nanceiras e alimentícias.
Faltam remédios, comida, roupas, ventilador, geladeira, TV e até panelas e fogão.
O macarrão instantâneo ou o que eles conseguem para comer, por exemplo, é
feito em um fogão à lenha improvisado

A dispensa está vazia. Lucilene chora por ver os filhos sem nada. Ela pede
doação em alimentos ou dinheiro para manter o básico na casa e ajudar no
tratamento da doença, que a impede de retornar para sua cidade.

“Sofro com as dores da doença, mas sofro mais ainda em ver meus lhos sem ter
o que comer e o que vestir. Teve dia que tivemos um miojo para repartir entre
todos. Meu coração dói demais. Me ajudem a ter o que comer com meus filhos”,
disse, chorando.

“Sofro com as dores da doença, mas sofro mais ainda em ver meus lhos sem ter
o que comer e o que vestir. Teve dia que tivemos um miojo para repartir entre
todos. Meu coração dói demais. Me ajudem a ter o que comer com meus filhos”,
disse, chorando.

Na casa onde a família está não tem quase nada. Por isso, eles têm que se ajeitar
para dormir em um colchão e uma rede doada.
Lucilene tem irmãs que moram em Macapá, mas que também possuem poucos
recursos financeiros. Elas iniciaram uma campanha para conseguir doações de
alimentos, roupas, utensílios pra casa e dinheiro para o aluguel (R$ 300).

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Licicleide Brito está promovendo uma campanha e pede a solidariedade da população macapaense

“Tudo o que trouxerem será bem-vindo. Queremos também iniciar o tratamento
mas falta conrmar como tá a situação dessa doença. Ela chora dizendo que não
tem cura e me dói ver minha irmã assim, sofrendo. Ajudem ela”, solicitou a irmã,
Licicleide Brito.

Quem tiver interesse puder ajudar Lucilene, pode entrar em contato com os
números (96) 99120-4884 ou (96) 99109-1323. Quem preferir pode fazer
transferência bancária. Dados:

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