O relato que irá despertar em você o poder infinito de cura.

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Eram aproximadamente 19 horas quando minha mãe deu entrada no pronto socorro de um dos maiores hospital do estado do RS. No prontuário trazido do pequeno hospital de Gramado, dizia: Hemorragia interna. Sim, hemorragia interna, causada pela negligência médica do mesmo hospital onde estávamos dando entrada novamente. Alguns dias antes, minha mãe havia sido submetida a uma angioplastia. Passou parte da tarde e da noite internada. No dia seguinte mesmo com queixas de dores intensas recebeu alta desse hospital e encaminhada novamente para o hospital de Gramado. No trajeto para Gramado era visível sua expressão de dor e mal estar. Algo estava errado. Ao chegar no hospital de Gramado, o cardiologista que a acompanhava a muitos anos percebeu a gravidade da situação e chamou um colega médico que também era cirurgião, onde após examiná-la diagnosticaram uma hemorragia interna. Alguns minutos depois já estávamos na ambulância a caminho do mesmo hospital em Caxias do Sul onde fora realizada a angioplastia e onde horas antes tinham liberado-a.

E então lá estávamos novamente dando entrada em um pronto socorro completamente lotado. Pessoas acidentadas, enfartadas, crianças queimadas… o quadro era assustador. Logo de início já fui avisada que não havia leito para minha mãe e que não havia nenhuma previsão de quando haveria um. E o pior de tudo, estavam com falta de médicos e não havia também previsão de atendimento, considerando o grande número de pessoas que aguardavam para ser atendidas. Colocaram minha mãe sentada em uma cadeira em meio a muitas outras pessoas em estado grave. A situação era crítica. Minha mãe, mulher forte, guerreira de muitas lutas, agora chorava muito. Chorava de dor. Chorava de medo. Ficava mais pálida a cada minuto que passava. Passaram-se mais de uma hora e comecei a me desesperar. Fui até um enfermeiro e pedi pelo amor de Deus que conseguisse ao menos uma maca para minha mãe deitar. Foi quando ouvi que ali era um hospital e não um hotel 5 estrelas. Jamais em minha vida poderia imaginar que pessoas que trabalhavam com vidas pudessem chegar a tamanho nível de insensibilidade. Insisti, porém agora eu chorava e erguia a minha voz, dizendo que ela morreria se permanecesse naquela situação. Falei que ela estava muito fraca devido a hemorragia e que não aguentaria mais muito tempo sem atendimento e ainda por cima sentada em uma cadeira. O enfermeiro alterou a voz, erguendo a mão e mostrando a quantidade de pessoas também em estado grave que ali se encontravam e que também estavam sentadas em uma cadeira. Quase aos gritos me respondeu que minha mãe não era mais do que todos aqueles que ali estavam e que iria sim esperar sentada por atendimento e leito. Nesse momento entrei em desespero, chorava muito, e justamente eu que queria passar calma para minha mãe agora chorava mais do que ela. A situação era dramática! Comecei a temer que minha mãe acabasse morrendo dentro do hospital sem receber atendimento. Voltei para o local onde minha mãe estava sentada. Ela já muito fraca pegou minha mão. Senti sua mão trêmula e sem forças. Seu rosto era pálido e seus lábios não tinham mais cor. Então ouvi um fiozinho de voz dizendo: – Filha, eu estou morrendo! Meu olhos se arregalaram e meu coração disparou. Não! Definitivamente minha mãe não podia morrer! Minha mãe não iria morrer! E então em um gesto desesperado estendi para o alto a minha mão esquerda. E a mão direita coloquei sobre a cabeça de minha mãe. As lágrimas corriam de meus olhos. O desespero foi dando lugar a uma emoção imensa. E essa emoção foi dando lugar a uma força que eu não sabia que existia. Minha voz saiu firme e clara, enquanto , sentia

Ó Deus altíssimo, Tu que és o médico dos médicos. Que dá vida com plenitude a todo aquele que te busca… Te peço de todo o meu coração e de toda a minha alma – cura neste momento a minha mãe! Restabeleça nela a força da vida! Que cada célula e cada órgão sejam curados neste momento! Grandioso Deus, te dou graças agora, pois em mim há a certeza de que já me tens atendido! Amém!

O que presenciei a seguir foi sem dúvida alguma, a maior prova de que a capacidade de curar pertence a todos nós, independente da religião, crença ou filosofia. Minha mãe imediatamente após a oração falou-me: -Filha, enquanto você colocava a mão sobre mim, senti um calor percorrendo meu corpo e fui invadida por uma sensação de paz e tranquilidade. – Neste momento tive a certeza de que estava sendo curada. Não sinto mais dor! A cura não foi o único milagre presenciado, mas sim toda uma mudança no ambiente em que estávamos. Era como se tivéssemos nos transportado para uma outra dimensão. Tudo havia mudado naquele espaço em que estávamos. O enfermeiro que alguns instantes antes gritava comigo dizendo que não havia leito, que não havia maca e que não havia atendimento, agora se aproximava com um tom de voz completamente diferente, dizendo que havia uma maca disponível para minha mãe. Ela então foi colocada em uma maca, mas a pessoa que era colocada nesta maca não era mais a mesma de minutos antes. O rosto pálido de antes agora começava a dar lugar a uma cor rosada.

Os milagres continuaram acontecendo. Ela permaneceu apenas poucos minutos na maca e então já foi chamada para o atendimento. Não entendia o que estava acontecendo, pois haviam muitos na frente dela segundo o enfermeiro. Ela teria que ficar horas aguardando. Mas, de um momento para o outro tudo se transformara. O médico que a examinou, após ler o prontuário que veio de Gramado, falou que ela precisaria ir para a sala vermelha fazer alguns exames de urgência para confirmar a hemorragia. Eu nesta altura estava aturdida com tudo o que estava acontecendo. A cura recebida, não se limitava somente ao corpo físico, mas sim a tudo o que estava a nossa volta. Minha mãe então foi submetida a muitos exames, os quais, tanto eu, quanto ela, sabíamos que não eram mais necessários. Sim, ela estava curada. Eu não tinha a menor dúvida disso. Não tive dúvidas em nenhum momento. Ela também não. Mas, os médicos não sabiam e então tínhamos que cumprir o protocolo hospitalar. Certamente teria sido muito estranho dizer ao médico que não precisava de mais nada daquilo, pois minha mãe fora milagrosamente curada instantes antes. Com certeza iriam me colocar em uma camisa de força. Tínhamos vindo de ambulância e esta já havia voltado para Gramado. E era necessário esperar o resultado dos exames. Sem este resultado não poderíamos partir, mesmo tendo a certeza que isso era possível. Logo após se confirmar através dos exames que não havia um quadro de hemorragia, fui avisada que poderíamos deixar o hospital pela manhã. Deixamos o hospital no início da manhã seguinte, diante da incredulidade de meu irmão que chegou para nos buscar. Ele não entendia o que havia acontecido, pois havia visto nossa mãe em estado muito grave na tarde do dia anterior e algum tempo mais tarde ele me confidenciou que não esperava vê-la novamente com vida, tamanha a gravidade do quadro. Algumas horas mais tarde lá estava minha mãe, de volta ao lar, fazendo planos de aumentar o jardim e podar as frutíferas!

O relato acima tem um único objetivo: alertar para o fato de que cada um de nós, independente de religião, credo ou filosofia, pode ser um canal de cura. A energia de cura pertence a todos. É preciso buscar! É preciso acreditar! Quando conseguimos fazer a conexão entre a FÉ e o AMOR, a cura acontece. É necessário despertar toda a emoção de nossa alma, juntamente com um gigantesco desejo de aliviar a dor de quem sofre. Em nossas mãos reside um grande poder de cura. Erga as suas mãos, eleve seu espírito ao altíssimo e confie que o milagre irá acontecer. Você pode curar! Você possui este poder! Que o Amor da Grande Presença EU SOU esteja com você!

Por Marta Rodrigues

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