Bebianno desabafa…. devo Desculpas ao País por ter viabilizado candidatura de Bolsonaro

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De acordo com o jornalista Gerson Camarotti, no G1, o ministro demitido da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, fez um desabafo para interlocutores próximos e demonstrou profundo arrependimento em ter trabalhado ativamente pela eleição do presidente Jair Bolsonaro. “Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco”, disse.

“Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco”, disse para um aliado. Segundo Camarotti, do G1, ele também demonstrou preocupação com o efeito deste protagonismo dos filhos nas decisões do País e reconheceu que o governo precisa descer do palanque para administrar o Executivo.

O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, conversou com um interlocutor que disse que Bebianno “perdeu a confiança” no presidente. “Tenho vergonha de ter acreditado nele. É uma pessoa louca, um perigo para o Brasil.”, disse.

O desgaste dentro do governo teve início após uma denúncia  de que Bebianno teria liberado R$ 400 mil do fundo partidário a uma candidata que teve apenas 274 votos em Pernambuco. A suspeita é de que ela teria sido usada como laranja pelo PSL.

A crise se intensificou quando  um dos filhos do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro, foi às redes sociais desmentir Bebianno de que ele tinha falado com seu pai três vezes. O próprio Jair Bolsonaro compartilhou a publicação do filho.

Nessas mesmas conversas, Bebianno demonstra preocupação com o efeito desse protagonismo familiar nas decisões do país. E reconhece que o governo Bolsonaro precisa descer do palanque para administrar o Executivo.

Uma frase dele também apareceu na coluna de Lauro Jardim, de O Globo.

“Perdi a confiança no Jair. Tenho vergonha de ter acreditado nele. É uma pessoa louca, um perigo para o Brasil.”

Resposta

Ao jornal Folha de São Paulo, Bebianno negou “veementemente” ter dito tais frases. “Nunca falei nada parecido sobre o presidente”, escreve a coluna de Mônica Bergamo. “Estou triste com a situação, mas não chamei ele de louco nem nada. Agora é o momento de esfriar a cabeça, buscar o equilíbrio e olhar para o futuro, olhar para o país”, teria afirmado o ministro.

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Sera que esta arrependido do que disse e a raiva passou ?? ou os jornais estão todos mentindo ??

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